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Está programada para o dia 26, terça-feira, a abertura dos envelopes com as propostas das empresas que disputam a licitação para as obras da ponte sobre o rio Madeira na BR-319, no bairro da Balsa, em Porto Velho. Todos os procedimentos legais para o empreendimento já foram adotados e, graças ao empenho do diretor do DPP/DNIT, Miguel de Souza, o projeto está totalmente desembaraçado.
A determinação de Miguel de Souza foi fundamental para viabilizar não apenas a ponte da BR-319, preliminarmente orçada em R$ 210 milhões, mas também a ponte sobre o rio Madeira, na BR-364, no distrito de Abunã, com custo estimado de R$ 160 milhões e a ponte Brasil/Bolívia, em Guajará-Mirim, na qual serão investidos R$ 270 milhões. Com isso, Miguel de Souza consegue trazer para Rondônia, somente com essas três pontes, recursos da ordem de R$ um total de R$ 640 milhões.
Mas apesar da cifra astronômica, o significado dessas obras supera largamente em grandiosidade os custos da construção. As pontes representam a concretização de um antigo sonho de Miguel de Souza: a conquista de novos mercados para os produtos rondonienses. Graças à atuação de Miguel, Rondônia deixa para trás a condição de "quarto dos fundos" no mapa do Brasil, para ocupar o coração de uma nova realidade: a integração continental.
Muita gente já tentou levar adiante a proposta das pontes, mas o único a conseguir efetiva-las foi o diretor do DNIT, cujo trabalho nesse sentido foi fundamental. A ponte de Abunã, cuja audiência pública foi realizada este mês, no auditório do DNIT em Porto Velho, complementa uma das saídas brasileiras para o oceano Pacífico, através do estado do Acre. A outra saída se completa com a obra da ponte binacional em Guajará-Mirim, município que, graças ao trabalho de Miguel de Souza, também deixa a condição de fim de linha do estado de Rondônia para se integrar ao processo de desenvolvimento do estado.